sábado, 16 de maio de 2015

Considerações a respeito da "Matrix"

Maquiavel sabiamente já disse em outra circunstância: "De fato o modo como vivemos é tão diferente daquele como deveríamos viver, que quem despreza o que se faz e se atém ao que deveria ser feito aprenderá a maneira de se arruinar, não a de defender-se."

Pois bem, com isso há de ser dito que denota falta de sensatez acreditar que haja algo real no que é definido como "A Matrix", somente porque tal idéia suscita algo de agradável à pessoa em questão e a torna feliz dessa maneira, desconsiderando todas as evidências que, por si só, anulam a possibilidade real da existência dessa Matrix, onde a mesma pessoa se mostra tola, infantil e covarde, por se esquivar da dura realidade, por mais penosa que ela seja, e resolve se apegar a uma crença ilusória e falsamente esperançosa, somente porque isso o torna mais feliz, onde tal felicidade gerada dessa forma faz com que ele associe tudo isso como uma "verdade". É sabido que a crença cega na bondade do gênero humano contribui mais para a felicidade de uma pessoa, do que a observação psicológica, benéfica em determinados casos, desse mesmo gênero. E isso também se aplica à "sociedade das mulheres". E devido à natureza mesquinha, egoísta e dissimulada dos seres humanos, que não encontram escrúpulos para destruir e aniquilar seu semelhante, se assim lhe convier, é tremenda falta de senso achar que as mulheres são seres angelicais, dispostas a te conceder todo o amor do mundo, como se elas fossem desprovidas dessa tendência mesquinha tão conhecida do ser humano, como se fossem uma entidade superior.

Mas isso é natural devido à idolatria sustentada há tempos com relação ao gênero feminino, colocando as mulheres no patamar mais elevado do gênero humano, onde isso fatalmente acaba cegando os homens para os atos mais mesquinhos, hipócritas e desprezíveis da parte delas, e qualquer um que acabe desnudando o véu que encobre o que há de mais nefasto nelas fatalmente acaba sendo depreciado e difamado no mais baixo grau, sendo rotulado como "homossexual", "mal amado", "frustrado", "ressentido", dentre outras adjetivações semelhantes, como se as mulheres estivessem além do bem e do mal, intocáveis e alheias a qualquer crítica à sua conduta, mesmo que ela seja evidentemente desprezível, onde ela utiliza de toda uma mascarada para dar toda boa consciência à toda sua hipocrisia, mascaradas e atos mesquinhos.

Quanto a tais aspectos femininos a que tanto me refiro, muitos devem estar perguntando quais são. Pois bem, de forma geral, as mulheres no geral preferem um tipo rude, viril, dominador, indômito, que seja "seguro de si", não se deixe envolver na relação, assim como não se entregar na mesma, e que não assuma fraqueza e nunca sensibilize com relação a si próprio, de modo que ela espera que o infeliz seja tal qual uma máquina ou uma espécie de super-homem(não aquele babaca de capa azul, mas sim um tipo perfeito que na realidade não existe), onde tal visão é condicionada por um sentimento moral, consolidado em muito pela patética visão romântica do herói perfeito sem fraquezas, que a fez idealizar tal tipo para si como o seu "homem de verdade", de modo que um homem com ego real, que assuma o que há de mais humano, com suas fraquezas, medos e angústias, acaba sendo visto como um rascunho ou uma imperfeição desse tipo do ideal "homem".

Caso um homem demonstre tais tendências, e de quebra ainda demonstre ser sensível, afetivo, carinhoso e tudo mais(os quais são rotulados como os "bonzinhos"), acaba dessa forma gerando na mulher um sentimento de repulsa e acerbo desprezo com relação a ele, de modo que este acaba sendo visto por ela tal qual um verme desprezível, onde ela o encara como alguém encararia um enfermo repulsivo, ou seja, com profundo nojo e repulsa, de modo que ela o colocaria no ponto mais baixo e depreciativo possível, se ela não visse em tal tipo um amiguinho assexuado em potencial, que pode lhe ser útil na medida em que ele pode consolá-la quando esta é sacaneada pelo cafajeste em questão com quem se relaciona, para compensar seu ego destroçado dessa forma. Mas, assim que isso se consolida, ela logo o coloca num ponto de indiferença, e novamente se entrega ao cafajeste que tanto a humilhou e destratou. Uma forma bastante nefasta de se utilizar da bondade desse tipo de homem, eu diria.

No tocante à apreciação delas pelos "cafajestes", isso é bem natural e bastante evidente de se notar: elas o apreciam não por ele agir como tal, mas sim, por ele assumir o aspecto do "homem de verdade", mediante a uma dissimulação feita de sua parte, fazendo com que seja tido como desejável pela mulher em questão dessa forma.

Mas é sabido que os cafajestes somente são "fortes" por pouco se importarem com a mulher, onde a finalidade deles unicamente é satisfazer sua concupiscência e nada mais, pouco importando ser ou não largado por ela, pois sempre acabará partindo para outra, tal qual um parasita sempre procura um hospedeiro. Mas, no caso, é mais fácil ele largá-la, e, após a má conseqüência disso, a mulher fica chorando as pitangas e generalizando os homens, dizendo que "todos não presta", dentre outros alaridos cretinos do mesmo tipo, como se os ditos "bonzinhos" não existissem. A não ser que elas não considerem os "bonzinhos" como homens de fato, o que é bem provável.

Concluindo, se o cara realmente gosta da mulher em questão, ele não demonstra ser tão "seguro" quanto esses cafajestes, pois quem se apaixona acaba se perdendo de si muito facilmente e se deixa envolver na relação de tal modo, a ponto de manifestar intensamente seus sentimentos e assumir suas fraquezas sem qualquer receio, onde, de tal forma, não demonstra tanta "segurança" conforme ela supunha na sua pretensão cretina. As mulheres podem até querer se envolver com um tipo "seguro de si", mas que não venham se queixar de serem sacaneadas por ele depois, feito crianças arrependidas, que tocam aquilo que lhes fere, mesmo sabendo disso antes de fazê-lo.

Retomando o enfoque com relação à Matrix, pode-se dizer que não é conveniente se apegar a acreditar na efetividade dela, a julgar as inúmeras evidências que provam o quanto há de ilusório, capcioso e mendaz em toda sua concepção, o que acaba sendo uma espécie de veneno muito perigoso para os mais incautos. É preferível se ater à verdade, por mais penosa que seja, ao invés de se deixar levar por crenças e ilusões fantasiosas, somente porque elas o fazem feliz de algum modo. Poderia haver a possibilidade de se sentir feliz, mais leve e esperançoso com tais concepções, onde desfrutaria de tudo isso com todo o deleite possível, mesmo que somente de forma abstrata, como um mero devaneio da consciência, condicionado pelos seus sentimentos dessa maneira. Mas, à medida que se despreza tal realidade que há por detrás disso tudo, fatalmente ela o afeta de modo bastante brutal, e aquele que se entrega a tais concepções e a desconsiderasse acabaria por se aniquilar por completo, onde o indivíduo em questão poderia correr o risco de não ter forças para se reerguer, visto o quanto isso acaba destruindo com o âmago da pessoa.

Portanto, é mais conveniente se educar para a verdade por detrás disso, por mais penosa, dura e angustiante que ela possa vir a ser, pois assim acaba se adquirindo experiência e conhecimento suficiente para se precaver das suas más conseqüências, assim superando-as, de maneira que o impacto delas acabasse sendo amortecido dessa forma, ou até mesmo evitando as mesmas, o que lhes pouparia de toda espécie de sofrimentos desnecessários nesse sentido.

Não que não haja exceções, pois creio eu que em todo meio sempre há as ditas "anomalias" que não se enquadram na chamada ordem estabelecida no mesmo. Com relação às mulheres, creio que isso acabe chegando a cerca de 1%, numa estimativa bastante otimista.
 
 

No mais, a necessidade de um amor é algo que pouco deveriam se importar, e vejo que falta a muitos aqui chegar a um estado sublime de desprezar serem desprezados, pois, do contrário, não sofreriam tanto. Posso dizer que hoje em dia me situo nesse estado, me sendo pouco relevante viver um amor ou não, de modo que não perco meu tempo me afundando em tais crenças ou ideais. Pode até ser que exista alguma que seja uma exceção a toda essa regra e que possa vir a se interessar por minha pessoa, mas, nesse caso, ela que se vire e mostre a mim seu valor, pois obviamente não irei atrás disso. A verdade é que muitos acabaram se apegando a essa concepção de que necessitam viver um amor para se sentirem realizados, e quem se habituou a tais concepções não deseja uma vida sem elas, pois do contrário acabam se sentindo vazios e sem importância. Um erro funesto, eu diria. Mas nada que uma habituação dura e uma educação rigorosa na solidão não faça para que o indivíduo possa se libertar de tal concepção, e se tornar independente de fato. Logicamente que é necessário uma força emocional fora do comum para tal, afim de não perecer para sempre. Neste ponto faço minhas as palavras de Nietzsche: "Independência é algo para bem poucos - é prerrogativa dos fortes".

Logicamente que em um ou outro momento é natural ceder a um impulso sentimental, o qual é coagido pela chamada moral amorosa, a que fora imposta tão arduamente em nossa sociedade, onde os sentimentos morais que disso procedem acabam criando tal ordem de sentimentos, de modo que impele a cada qual a querer alguém, pois ninguém consegue ser forte o tempo todo, a ponto de conter tal impulso nefasto. Somente mulheres cretinas que se apegam à figura do "homem de verdade" acreditam nisso, que haja de fato um homem que seja indômito e forte constantemente. Mas, desde que se tenha força interior, atitude de coragem e determinação, isso pode facilmente se desvanecer, de modo que acaba sendo como um acesso de febre, que logo passa.

Creio ser suficiente.

por Medici


Reitero o que o Medici disse com essa outra frase de Nietzsche:

"Quando se amarra bem o próprio coração e se faz dele um prisioneiro, pode-se permitir ao próprio espírito muitas liberdades."

De fato, a razão deve ser soberana sobre as emoções.
Só assim pode-se evitar a cegueira dos sentimentos e das idealizações.

terça-feira, 7 de abril de 2015

O que é masculinismo ? Um texto básico para os persistentes e mais do que bem-vindos leitores deste blog .

O que é masculinismo ?
 Eu acho que o certo para explicar o que ele significa para mim masculinista. Digo para mim, porque, como tantos movimentos sociais, tem distintos significados de acordo com cada pessoa, por isso eu quero deixar claro a minha definição pessoal. ( Nota do tradutor : É a do escritor original , mas eu assino em baixo em quase tudo)
 
 
Masculismo é o movimento social, que, juntamente com o feminismo, a luta pela igualdade de gênero (Nota do tradutor : Por isso que eu escrevi  'quase' , já que aqui discordo de que o feminismo prega realmente a igualdade de gêneros de fato , evidências nós apontamos a rodo neste nosso blog ).  O feminismo tenta alcançar essa igualdade ( NT: Só no discurso teórico embora a misandria já esteja sendo cada vez mais admitida até mesmo , aos poucos, no discurso oficial )buscando o que discrimina as mulheres e masculinismo faz o mesmo, mas com os homens.
 
 
Os homens são discriminados? Resposta: Sim. Em que sentido? Muito simples.
Estamos no século XXI. Depois de séculos ,na Europa terminou as guerras de religião, em 1865, os abolicionistas terminou a escravidão nos Estados Unidos, em 1964, a discriminação legal contra os negros nos anos setenta é proibido começa a luta das mulheres pela igualdade e libertação sexual, no fim de que os homossexuais década optar por deixar salas escuras e tornada visível ... 
 
Ou seja, no século XX, temos feito muitas mudanças em nossa maneira de ser que o homem de 1900 e 2000 parecem diferentes espécies . A desvantagem dessa mudança vem quando vemos que a racial, religiosa e de classe, evolução praticamente não tem contradições (NT: Para mim têm muitas contradições também mas não são os focos principais deste blog ), enquanto o sexo simplesmente isso. A evolução que fez a fêmea do Homo sapiens tem sido desigual com que era para ser seu companheiro, o macho do Homo sapiens (ou seja, nós) .E este é o lugar onde o seu foco é o movimento masculinista.
 
Apesar de carregar a reação cruzada contra o movimento para as mulheres (e que nos prejudica), os homens devem superar a vantagem de levar as mulheres e começar a lutar por nossos direitos.
 
 
Além de muitas sobre questões como o aborto, relações parentais, violência, prostituição, cuidados a pessoas dependentes, pornografia, militar, guarda dos filhos, a mídia (música, filmes, notícias, séries TV, quadrinhos, revistas, publicidade e assim por diante), o lazer, o que a misoginia, a religião, a violência doméstica, divórcio, misandry, drogas, homossexualidade, relacionamentos entre irmãos (eles e elas), a educação sexual, relações de trabalho, a segurança, a arte, a transexualidade, a contracepção, esportes, histórias E muitos outros que certamente agora esquecido.
 
 
(..)
  
 A razão pela qual eu decidi escrever um blog sobre este tema( NT: E que também levou nós aqui de Pindorama a escrever o nosso ), é porque houve muitas vezes que eu ouvi as pessoas falarem sobre o quão injusto é a sociedade com a gente. Que todos os benefícios vão para as mulheres, ou então os homossexuais, estrangeiros (NT: Esse é mais um problema na Espanha , mas com  a chegada de cubanos , haitianos e o crescimento de bolivianos em SP , creio que logo se tornorá um problema aqui também , salientando que não somos xenófobos mas que defendemos que ao morar aqui um estrangeiro deve respeitar nossas leis , cultura e nosso mercado de trabalho ), etc. O fato é que a vítima (em todos os sentidos) são homens brancos (membros de uma maioria religiosa e economia média alta). (...) Apesar de encontrar culpados, melhor olhar em um espelho ...
 
(NT : TERMINO A TRADUÇÃO EMENDANDO ESSE AFORISMOS , DO MESMO AUTOR , PARA SUA REFLEXÃO : PODEM CONCORDAR , DISCORDAR E ACRESCENTAREM OUTRAS NOS COMENTÁRIOS )
 
PARA A IGUALDADE DE GÉNERO
Para cada mulher forte cansada de fingir fraqueza,
Há um homem fraco cansado de aparecer forte.
 
Para cada mulher cansada de ter que agir como uma tola ,
Há um homem sobrecarregado por ter que fingir que sabe tudo. 
 
 
Para cada mulher catalogada como pouco feminina quando ela concorre,
Há um homem não é obrigado a competir para não duvidar de sua masculinidade. (NT: O caso dos homem sem personalidade que acha que tem que casar só para não levar fama de viado )
 
Para cada mulher cansada de ser um objeto sexual,
Há um homem preocupado com sua potência sexual.
 
Para cada mulher que não teve acesso a um emprego ou um salário satisfatório,
Há um homem que é forçado a assumir a responsabilidade financeira por outro ser humano. 
 
 
A humanidade tem duas asas: uma é mulher, o outro homem.
Até ambas as asas são igualmente equilibrado e calibrado
 

sábado, 7 de fevereiro de 2015

FINALMENTE FEMINISTAS ASSUMEM A DEFESA DA MISANDRIA

 Che Quervara , digo , Gayvara , digo , Guevara dizia sempre sobre a importância do 'ódio revolucionário' como combustível da ''revolución'' , pois bem , daí muitos se perguntavam como o feminismo, um abraço ideológico do marxismo, ( elas mesmas admitem isso como podem ver neste LINK ) , não assumia de vez seu 'ódio de classe' para com o gênero masculino ? Tais manifestações se resumiam a pequenos blogs lésbicos , ou fóruns fechados .

Bem, sabemos que a misandria do feminismo era algo tão secreto quando a viadagem de Miguel Falabella , ou seja , todo mundo sabe mas o dono de tal característica nunca assumia , mas isso parece estar mudando . Já começou uma corrente de pensamento que não só assume a misandria , como também a defende como combustível à causa . Olhem e vomitem :


  Já faz algum tempo que eu quero falar sobre misandria, mas sei que é um assunto polêmico e que posso vir a me chatear com irmãs de movimento. Muito tem se falado sobre a misandria dentro e fora do movimento feminista, parece algo ruim e gratuito, mas não é. Eu não sou misândrica, mas se você está lendo esse texto esperando que me posicione contra a misandria, pode desistir. Pra falar de misandria precisamos ter amor no coração e empatia pela vivência e sofrimento de outras pessoas.
Vocês podem me perguntar "Mas Luiza, por que eu preciso de amor e empatia pra falar de ódio?". Simples, porque quem é contra a misandria cobra que misândricas não odeiem, mas julgam e espalham ódio em cima dessas mulheres que tem seus motivos, que tem seus traumas e suas vivências. Então se você não sente empatia com vítimas, com pessoas traumatizadas, pode parar de ler porque o texto será inútil pra você.
Primeiro, o que é misandria?
Eu defino misandria como o ódio/medo da CLASSE homens, do poder que essa classe política exerce, do patriarcado que essa classe apóia.
Misandria é o contrário de misoginia?
Não. A misandria como SISTEMA opressor, que afeta todas as pessoas de determinado gênero nunca existiu.
Generalização?
Para discutir misandria é importante lembrar que nós vivemos numa sociedade onde o patriarcado é uma superestrutura e os homens são os seres dominantes dela, ou seja: todo homem é parte dominante do patriarcado e ESSENCIAL para sua manutenção. Falamos da classe política HOMEM e não das experiências individuais.Todos os homens propagam – de forma consciente ou inconsciente – o patriarcado ( nota deste blog : Homem é classe política ? Que partido é esse que defende a causa masculinista como plataforma política ? Me falem que eu quero me filiar ).
Agora eu vou me posicionar em relação a tudo isso.
Ninguém escolhe odiar, o ódio é construído na nossa vida. Não acordamos um dia e dizemos "nossa, que legal, acho que hoje vou odiar os homens como classe.", não, esse sentimento nasce aos poucos, o ódio nasce das vezes que fomos estupradas, das vezes que fomos espancadas, que tivemos uma irmã/mãe/familiar/amiga morta por causa de seu gênero, o ódio nasce de todas as vezes que saímos na rua e somos assediadas, de todas as vezes que fomos diminuídas e caladas. Então, esse ódio, esse medo e esse nojo não é gratuito, é uma forma de proteção, é forma de criar um espaço seguro. Vocês criticam tanto mulheres misândricas, mas são os primeiros a destilar ódio quando encontram com uma. Acham mesmo que uma mulher que passou por um estupro, assédio, ou por um relacionamento abusivo não tem nem o direito de sentir, nem de odiar? (nota deste blog : Ou seja , a femimiminista ESCOLHEU SIM , odiar , e outra coisa , feministas apoiam o ódio de uma mulher violentada contra todo o sexo masculino mas criticam quem odeia bandidos -ATÉ ESTRUPADORES- quando alguém é aflingido por esses facínoras. CERTO , LOLA ?!)
O feminismo não é misandria, ( mas a misandria está sim presente no feminismo, assim como está presente fora dele. Eu poderia citar o caso de uma senhora de 82 anos que não é militante feminista, mas que na juventude teve sua filha mais velha estuprada, que viu sua filha mais nova sofrer com um relacionamento abusivo que culminou em femicídio, que teve sua neta espancada e estuprada, além das violências que ela mesma já sofreu. Vocês diriam pra essa senhora que ela não tem o direito de odiar a classe dos homens? Porque ela odeia homens enquanto classe, mas não individualmente. 
No movimento eu já ouvi muitas vivências de irmãs que foram estupradas, abusadas e espancadas, elas tem todo o direito do mundo de sentir ódio. ( nota do blog : Menos se a vítima for de direita , e o estuprador for de esquerda , vide a ameaça de estupro do Paulo Ghiraldelli para cima da Rachel Sheherazzade )
O ódio não é individual, nenhuma delas vai acordar de manhã, ver um desconhecido atravessando quieto uma rua e dizer "nossa, aquele ali eu vou odiar". ( Nota do blog : Feministas de segunda onda defendiam esse ódio , tá pensando que não estudamos nossas adversárias ?!)
"Mas Luiza, muitas pessoas deixam de simpatizar com o movimento por causa de mulheres misândricas"
Eu sei disso, mas eu estou muito mais preocupada com essas mulheres que sofreram violência, que passaram por coisas horríveis, por traumas inimagináveis do que com alguém que não entende que essas mulheres podem sentir. Se elas precisam do ódio pra curar suas feridas, pra se protegerem e pra fazerem com que suas vozes sejam escutadas, eu vou apoiá-las porque elas precisam do nosso apoio.
Vivemos numa sociedade que nos ensina a sermos passivas, a sermos dóceis e amorosas, o ódio é uma forma de dar voz à essas mulheres que sofreram, dar à elas a voz que lhes foi tirada ao longo de sua vida. (Nota do blog : até contra homens que nunca estupraram , ou melhor , só contra homens que NUNCA  estupraram ou espancaram mulheres . Já viram feministas criticarem o Netinho ?! - FECHO ESTE BLOG SE ME MOSTRAREM ALGUMA FEMINISTA DE DESTAQUE QUE TENHA CRITICADO NETINHO POR BATER NA MULHER )
"Mas Luiza, ódio não é bom, odiar não é bom."
Ninguém diz que ódio é bom, ninguém gosta de odiar, se você pudesse voltar ao passado e apagar a vivência ruim dessas mulheres em troca delas não odiarem, eu te garanto que elas escolheriam não odiar. Mas elas tiveram essas vivências ruins que não podem ser apagadas e elas tem o direito de sentir e odiar. (Nota do blog : Menos Netinho , Ghiraldelli e estupradores haitianos )
"Mas Luiza, eu passei por essas coisas e não odeio."
Ótimo, eu também passei por coisas horríveis, traumatizantes e dolorosas e hoje eu não odeio mais, mas eu entendo a dor delas, eu entendo o ódio delas e o ódio pode sim ser empoderador, o ódio ajuda sim a cicatrizar as feridas e a se sentir segura. Se você não odeia, ótimo pra você, mas respeite a dor dessas mulheres que ainda precisam do ódio pra continuar a caminhada. (Nota do blog : Afinal , essa dor faz alimentar as fileiras do femimiminismo . Você mesmo quem está dizendo isso em seu texto .)
Por ultimo, eu quero dizer que ninguém obriga você a ser misândrica, não tem como impor um sentimento. Não precisa ser misândrica e se você não tem motivos pra ser, não seja, mas respeite essas mulheres que tem seus motivos, respeite as vivências delas. Elas precisam disso para se sentirem seguras. Você cobra tanta compreensão delas, mas que compreensão e respeito você tem com a vivência delas? Respeite a dor delas, porque não é fácil senti-la. (Nota do blog : Você nos odeia , Luiza ?! Diz que sim, diz que sim , vai não custa nada , siiiiiiimmm?! )

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

FEMINAZISMO NA ARGENTINA : A 'MODA' DA ALIENAÇÃO PARENTAL .

Documentário proibido na Argentina por conter depoimentos dos próprios ideólogos de gênero expressando abertamente sua misandria, fala da luta dos pais que são alvo do totalitarismo estatal-ideológico, juntamente com seus filhos:




CRÉDITOS : A VOICE FOR MEN-BRASIL :
http://br.avoiceformen.com/recomendados/apagando-o-papai-borrando-a-papa/

TRADUÇÃO : ALDIR GRACINDO :
https://www.youtube.com/user/mohann2007/videos

domingo, 7 de dezembro de 2014

FEMINISTAS X GAYZISTAS !!! Mais um capítulo de uma briga 'entre progressistas' que os grupos 'Politicamente Corretos' querem esconder .

     Como o título deste texto sugere , isso não é algo novo , e já tinha sido relatado neste blog neste texto aqui o qual recomendo , caso ainda não o tenha lido , singela leitura antes de prosseguir com este texto atual :  


 http://contrafeminismo.blogspot.com.br/2013/03/briga-de-gangues-politicamente-corretas.html


Já leu ?! Não ? Deixa de ser babaquara e leia , abestado . Eu espero .

Já leu agora ? Então , sigamos ...

No mundo 'magicuzinho-bolchevique-chic' da Unicamp , um 'homem-mulher' , ou seja ; que NÃO usa 'OLD SPICE' , chamado(a) Amara Moira ,  e que pensa que é o novo Laerte , resolveu fazer uma visita ao banheiro FEMININO , para tirar a água do joelho , devidamente 'sentadeenha' , e isso se tornou um hábito , para alegria dos homens que não estavam afim de um manja-rola no banheiro deles . E claro isso foi detectado pelo radar femimiminista que resolveu mandar um recado para o Laerte-wannabe , eis a singela mensagem , a altura da simpatia típica do feminismo :

 
Calma, feminazis , uranista passivo ainda usa isso para mijar .



  Diante disso , o 'Sr.Moira' resolveu reclamar seus direitos junto à diretoria acadêmica da Unicamp , reclamando que os 'trans' , que não são os 'formers, são tratados como cidadãos de 'segunda classe' . E ainda diz que as 'feministas radicais' ( pleonasmo da biba ) , não se importa com o fato de que os 'trans', que não é o 'porter' ( pois Jason Statham é cabra-macho ) , tenha um local para fazer suas necessidades pois seriam 'agredidas' nos banheiros masculinos ( sempre arranjam uma desculpa para culpar os himens ) , chegando a dizer em seu 'facebook' que os homens agridem e 'mostram' a genitália para os travecos nos banheiros masculinos quando na verdade , são os travestis quem assediam os  homens nos banheiros .

 Bom , seguindo o fato , o 'Sr.Moira' , catalogou outras mensagens feministas que lhe foram endereçadas :



                          É isso mesmo que vocês estão lendo , para feministas , até 'bibas' são machos .

Bom, diante isso tudo , eu quero fazer umas pergunta honestas às feministas que nos lêem , tanto que qualquer resposta feminista a estas perguntas eu deixarei passar e permitirei exibição , SE VIER SEM OFENSAS ! Tanto que nem serei irônico , como costumo ser , se notar que pode sair uma prosa interessante . Ok , 'la pregunta' ... ?

  LÉSBICAS FREQUENTAM BANHEIROS FEMININOS ?

  SÁFICAS , AO USAREM BANHEIROS FEMININOS , ASSEDIAM MULHERES ?

 EM CASO DE ASSÉDIO DAS TRÍBADES , O QUE O FEMINISMO TEM A DIZER SOBRE ISSO ?

 E SE VOCÊ É LESBIANA , POR QUE NÃO USA O BANHEIRO MASCULINO ?

SE FOR CONTRA , ENTÃO POR QUE PEDERASTAS TRANS PODEM USAR O BANHEIRO FEMININO MAS SAFISTAS TRANS NÃO PODEM USAR O MASCULINO ?

Enfim , é isso aí . Lembrando que para este blog , o parâmetro para uso de mictórios públicos deve se basear nos cromossomos . Banheiros exclusivos para XX , e banheiros exclusivos para XY.


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Cultura do estupro: real ou imaginária?

 "Sim, a cultura do estupro existe, contra os homens."

É comum que as feministas sugiram que os homens não são em nenhuma hipótese a vítima do estupro, mas sempre os autores. Ledo engano. O estupro contra homens, praticado por outro homem ou por mulheres, é um crime real e recorrente, principalmente dentro das penitenciárias. Ao contrário do estupro feminino o estupro contra homens só passou a existir no nosso código penal em 2009, antes o homem só podia sofrer violação e abuso, nunca estupro.

O único estudo (que não é oficial, diga-se) sobre o estupro carcerário que foi realizado no Brasil cobria apenas as mulheres, e sequer citava os homens. Seria a cultura do estupro uma cultura anti-homem, feminista? Pois bem, usemos os dados americanos então. Segundo a ONG (Coisa adorada pelas feministas) Human Rights Watch - direitos humanos, outra coisa que elas dizem amar - 140 mil presos são estuprados a cada ano. É muito, não é? Segundo a organização Stop Prisoner Rape existem mais homens estuprados dentro da cadeia do que mulheres fora dela. Quer isso em números? Um jovem preso tem cinco vezes mais chanc
es de ser estuprado que uma mulher solta, e, uma vez atacado, ele corre dez vezes mais chances de contrair uma DST que pode levar à morte.


Nesse momento as feministas usarão mais um dos seus ardis demoníacos: 'o estupro masculino é praticado por outros homens'. O número de homens estuprados, como eu demonstrei e provei, não é irrisório, está no mesmo patamar ou acima do feminino. São sim, em boa parte, cometidos por homens - homens gays. São todos os gays estupradores em potencial?


No Brasil o crime que mais provoca comoção popular é o estupro, sendo o maior causador de linchamentos, dentro ou fora das cadeias. Segundo pesquisa da NEVUSP a população aponta o estupro como o crime mais punível com a pena de morte, ficando a frente de crimes como assassinato, sequestro e terrorismo(Disso eles entendem bem).

Sim, a cultura do estupro existe, contra os homens.

FONTE : https://www.facebook.com/institutoreacionario/photos/a.371553813013821.1073741828.371055833063619/371553636347172/?type=1


Para completar , assistam esse video que demole por completo essa farsa feminista :

                   Se forem mimimizar , ao menos TENTEM usar de bons argumentos ...Se puderem .

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Estágios da vida humana

Kierkegaard é considerado como o precursor do existencialismo, ao refletir sobre a existência humana acabou concluindo que a verdade é a subjetividade e cada ser humano durante seu estar-no-mundo passa por três estágios ou três possibilidades diferentes de existência. A saber o estágio estético, o ético e o religioso.

Quando o homem se encontra no estágio estético, este vive para o ''aqui e agora'' e visa sempre o prazer, acreditando que bom é aquilo que é belo e agradável. Tal pessoa vive inteiramente no mundo dos sentidos e é extremamente focado na sensualidade e acorda e dorme priorizando os apetites carnais. Interessa lhe o jogo da sedução, sua existência é uma representação exclusivamente individual, não considera os limites éticos e as obrigações sociais. O esteta além de não saber discernir a diferença entre liberdade e libertinagem acaba virando joguete de seus próprios prazeres e estados de ânimo: Tudo o que lhe aborrece que não condiz com a sua concepção de moralidade é negativo e mesmo em situação caótica que causa preocupação e sofrimento, este adota um comportamento de mero observador. Responsabilidade e esforço não é o seu forte. Este busca um sentido para a sua existência sob domínio de sentidos, sentimentos, impulsos, prazer. Nesta fase, o indivíduo escolhe viver de aparências, vive uma vida de“curtição”, se transforma num hedonista, aquele que busca o prazer a qualquer custo e a toda hora sem limites.
O ser humano precisa sentir prazer, imediato, não se preocupa com o futuro, e nem com grandes projetos, tudo é presente. Busca simplesmente satisfação imediata, seja com sexo, drogas ou rock'n'roll. Acredito que a maior parte das pessoas estão estagnadas nesse estágio, desprezam que possuem um cérebro com capacidade para pensar, e acabam por "adotar" um estilo de vida artificial, sem aspirações intelectuais. Esse estágio também pode ser chamado de "Felicidade Ignorante" (lembra da frase: "A ignorância é uma benção", exatamente), ou seja, a pessoa tem todos os prazeres que quiser, mas essas satisfações de curta duração só fazem aumentar o vazio que sentem por dentro. Porém...vivendo de tal forma, o indivíduo não encontra satisfação, pois sua existência passa a ser um círculo vicioso de busca pelo prazer seguido da insatisfação. Sendo assim, com o tempo o indivíduo torna-se frustrado, melancólico. A melancolia é oriunda de uma personalidade focada no imediatismo e desprovida da reflexão ética. Tende a refugiar-se no passado para encontrar satisfação, mas é em vão. Insatisfeito, sujeito a sentimentos de medo e sensações de vazio e tédio, tende a cair no desespero.É a partir do desespero que o homem pode atingir um outro estágio existencial. O desespero é algo positivo para Kierkegaard, pois é por intermédio dele que o homem reflete a possibilidade de dar o ''salto'' para um estágio superior.

O próximo estágio é o ético. Atingido a partir do abandono dos comportamentos do estágio estético( passa a se sentir responsável por suas ações). O homem passa a viver eticamente, pautado na seriedade e por decisões consistentes, tomadas segundo padrões morais. Aceita e obedece as regras, normas e convenções. Assume os limites estabelecidos pela sociedade. Enquanto esteta se interessava apenas pelo que era divertido, agora como indivíduo ético, não só considera o que é certo e errado, mas, principalmente se posiciona-se em relação ao que é certo e errado. A liberdade agora está limitada pelo social.
Kierkegaard afirma que o casamento é um símbolo do estágio ético, pois é algo que é comumente aprovado pela maioria das pessoas, independentemente de cultura, religião ou etnia. Uma pessoa, a partir do momento em que se torna casada, assume diversos compromissos - a fidelidade, o amor para com o cônjuge e para com os filhos, o respeito para com os familiares, o dever de trabalhar para o sustento da prole - estes compromissos são encarados como leis. Seria loucura quebrar algum destes valores, a não ser em um caso extremo.

Contudo esse estágio não garante a plenitude ao ser humano. Pode chegar-se o dia em que o homem zeloso se cansa de ser tão organizado e moral e tão cônscio dos seus deveres e começa a sentir tédio e fadiga em sua existência. Aqui pode haver o regresso ao estágio estético, pois, talvez o homem resolva tomar uma atitude mais lúdica diante da facticidade da existência. Ou, talvez este resolva dar outro salto em busca do estágio religioso.


O estádio religioso para Kierkegaard é a pura vivência da Fé. O autor diz que o primeiro estádio é só divertimento, o segundo é luta pela sobrevivência e o terceiro é sofrimento por haver muitos riscos, mas que tipos de riscos? A vivência da Fé é um risco por ser um salto sem certeza alguma, isso se perceber no trecho a seguir. “Não há quem se detenha na Fé, hoje em dia – vai-se mais distante. Passarei, certamente, por estúpido se eu for perguntar para onde esse caminho se vai”. A vivência religiosa dá a consciência a cada individuo de sua subjetividade,interioridade e a singularidade. Então, é na Fé, que o ser humano se descobre como ser humano.

''A Fé é a mais elevada paixão de qualquer homem. Talvez exista muitos homens de cada geração que não a atinjam, porém nenhuma vai mais além dela. Se se acham ou não muitos homens de nosso tempo que não a encontram, não posso resolver isso, pois somente me é permitida, a referência a mim mesmo, e não devo esconder que me resta ainda muito por fazer, sem por esse motivo trair-me, ou trair a grandeza, reduzindo isto a um problema sem importância, a uma doença infantil, da qual se espera estar curado o mais rápido possível. Contudo, ainda aquele que não chega até a Fé, a vida implica em suficientes encargos, e os aborda com sincero amor, a sua existência não será em vão, ainda que não possa ser comparada à existência daqueles que alcançaram e compreenderam o mais elevado. Contudo, aquele que chegou até a Fé, e não importa nada que possua dons imanentes ou que seja uma alma comum, esse não pára na Fé; ficaríamos até indignados se o disséssemos, da mesma maneira que um amante se indignaria a escutar dizer que se detém no amor: não me detenho, retrucaria, pelo fato de que toda a minha vida se acha jogada aí. Não vai, entretanto,mais além, não passa a outra fase, porque assim que o descobre outra relação o solicita''. - Temor e Tremor de Soren Kierkegaard.

Só no estágio religioso, o homem após, preferir a Fé ao prazer estético e aos mandamentos da razão pode reconciliar-se com sua própria vida. É somente através da religiosidade que o indivíduo supera o desespero existencial de quem não visa algo mais para além do plano social e terreno e entra em comunhão com o Ser Superior e a humanidade e encontra satisfação existencial - não dá religião da igreja, do culto, mas a religiosidade individual do ser. Transcende os limites éticos. Faz relação com o absoluto. Deus se trona a regra do indivíduo, a única fonte de realização plena.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Frouxinhos contemporâneos

Autor: LUIZ FELIPE PONDÉ


Vejo esses homens com cartazes assim: 'Pelo direito de gritar quando aparecer uma barata'

O medo é uma emoção básica na vida. Pequenas e grandes frustrações nos assolam por todos os lados.

Mas, já disse isso antes, acho que nunca houve uma época tão medrosa como a nossa, com um dom tão grande para negar esse medo e negar a complexidade e frustração a que estamos todos submetidos. Associada a essa tendência, produzimos uma gama de "direitos" que mais parecem uma metafísica podre dos costumes para retardados.

Para cada frustração, alguém inventará uma derivação duvidosa da declaração dos direitos do homem. Aliás, vale lembrar que a famosa declaração dos direitos do homem foi cozida em muito sangue que correu pelas mãos dos jacobinos na Revolução Francesa. Imagino que se a revolução francesa fosse hoje, fotos nas redes sociais pedindo paz nas ruas de Paris encheriam os iPhones dos bonzinhos.

Outro dia, conversava eu com um amigo esquisito, historiador, portanto, esse tipo de pessoa que pensa "a longo prazo". Ele descreveu o que eu consideraria uma imagem de pura escatologia apocalíptica: um dia alguém vai declarar que ir ao banheiro é uma forma de repressão, e, portanto, vão inventar um movimento contra a opressão de ter que usar banheiros. "Que a rua seja o meu banheiro!"

A tipologia contemporânea de comportamentos tem crescido assustadoramente. O inteligentinho todo mundo conhece: é o tipo de pessoa que acha que problemas como o do Oriente Médio se resolveriam com um ciclo de cinema e debate sobre filmes que narram a vida de mulheres fazendo bolos ou crianças jogando futebol.

Na verdade, como sempre, a intenção "escondida" é projetar os bons sentimentos do inteligentinho para com o mundo e dizer que ele tem soluções criativas para uma humanidade que nunca foi tão inteligente como ele.

Outro tipo contemporâneo é o bonzinho. Este, com o coração ainda mais cheio de amor, costuma postar fotos dizendo "não" às guerras, de seu iPhone ou de seu MacBook Pro. Mas mais típico ainda é postar fotos de Aspen com camisetas do Che. Este tipo é normalmente teen, mesmo que já tenha passado dos quarenta. Seus pais dizem coisas como "comam menos carne vermelha para ficar menos agressivos".

Mas um novo tipo que logo estará presente nas colunas sociais em eventos culturais são os frouxinhos. Estes homens (gênero, não espécie) descobriram que é difícil ser homem, ainda mais numa época em que está na moda confessar traumas o tempo todo para garantir (supostamente) a simpatia de todos.

E, pior: vivemos numa época de mulheres que crescem profissionalmente, amadurecem publicamente e financeiramente e que, portanto, ainda metem mais medo do que sempre meteram nos homens.

Os homens não confessam, mas morrem de medo das mulheres, principalmente quando as desejam.

Façamos um breve exercício de antropologia contemporânea urbana para ver se conseguimos captar os próximos atos deste novo tipo.

Antes de tudo, um reparo técnico. Vale salientar que a descrição antropológica em questão não é financiada pelo Tea Party (como costumam dizer os bobos das redes sociais quando querem tirar o crédito de alguém que os considera ridículos), tampouco vem sustentada por uma metafísica machista fanática do tipo "homem não chora", ou "lugar de mulher é na cozinha". Risadas?

Vejo-os em passeatas, chorando, com cartazes escritos assim: "Pelo direito de brochar", "pelo direito de arrumar uma mulher que me sustente", "pelo direito de gritar quando aparecer uma barata na sala", "pelo direito de se negar a trocar o pneu", "pelo direito de ter tempo igual ao da mulher na frente do espelho", "pelo direito de ter TPM" (claro, a medicina é machista por isso nunca descreveu a TPM masculina), "pelo direito de colocar a mulher na frente do ladrão", "pelo direito de sair antes da mulher e das crianças numa situação de risco".

Meu Deus, coitadas das meninas, condenadas a ficar se virando em camas vazias com homens que não seguram o tranco da insustentável condição de insegurança, incerteza, contingência, dureza, mentira, frustração, e, finalmente, derrota, que nos assola todos a vida inteira.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A Angustia humana

A proposta de Kierkegaard  está refletir este tema emerge da possibilidade de um enfoque nos perfis psicológicos que habitam a condição humana, sobretudo no que se refere à articulação entre a angústia e o desespero.  O livro "O Conceito de Angústia", em que o próprio Kierkegaard, ironicamente insiste afirmar que se trata de uma “simples investigação psicólógico-demonstrativa, direcionada ao problema dogmático do pecado hereditário”.
Quais as implicações da angústia e do desespero no processo de tornar-se um si mesmo? Em que sentido a fuga da angústia implica o desespero? Mediante o entendimento de que o indivíduo somente é livre quando se responsabiliza por suas escolhas, a nossa hipótese é de que tanto a angústia quanto o desespero são de sua única responsabilidade, mesmo que ele não saiba. Por outro lado, se o desespero é a doença mortal (perda da liberdade) a angústia pode ser até o remédio, ou a condição da liberdade. Avaliaremos as articulações existenciais entre o desespero, a angústia, a possibilidade de individuação e a relação que o autor estabelece com a idéia do juízo e da graça. Nessa perspectiva, se o desespero é, segundo o autor, uma doença que atualmente atribuíamos ao self, veremos em que medida a sua definição antropológica aponta a cura para o desespero. Finalmente, veremos em que medida a angústia exerce algumas implicações decisivas sobre a liberdade e a responsabilidade do indivíduo, articuladas no horizonte do sentido para a existência.
No primeiro capítulo de O Conceito de Angústia, Kierkegaard quer abordar a angústia precisamente por este ponto de vista, busca explicar de “modo retroativo, na volta à sua origem, o pecado hereditário”. Diante do pressuposto de que o pecado entrou no mundo como culpa, nosso autor deseja investigar na constituição do ser humano, as condições de possibilidade da liberdade, a angústia, tendo em vista o problema do pecado hereditário. No entanto, o autor enfatiza que o tema do pecado somente pode ser tratado pela dogmática. Nessa perspectiva, cabe a psicologia analisar o que se passa antes do “primeiro pecado”, a queda, que em Adão é precisamente o salto qualitativo, bem como a possibilidade de conexão entre Adão e o indivíduo posterior.
Na parte 2 do primeiro capítulo, "O conceito de primeiro pecado", Kierkegaard ressalta que nas concepções teológicas tradicionais o pecado de Adão condiciona à pecaminosidade e como consequência, pressupõe a pecaminosidade como condição. Sob este aspecto, salienta Kierkegaard que “se assim fosse, então Adão realmente ficaria fora do gênero humano, e este começaria não com ele, mas teria um começo fora de si mesmo, o que contraria qualquer conceito”. Para compreendermos essa afirmação é preciso entender que o primeiro pecado é entendido por Kierkegaard como uma determinação qualitativa da possibilidade da geração. Nesse sentido, Adão:
[...] "não é essencialmente diferente do gênero humano, pois nesse caso absolutamente não há gênero humano; ele não é o gênero humano, pois nesse caso também não haveria gênero humano. Ele é ele mesmo e o gênero humano. Portanto aquilo que explica Adão também explica o gênero humano e vice-versa."
Ao afirmar que Adão é o primeiro homem e, ao mesmo tempo, é ele mesmo e o gênero humano, Haufniensis está indicando que a angústia está presente em cada indivíduo e em todo o gênero humano. Vejamos o modo como ele aborda esta questão, observando algumas distinções necessárias para que haja uma compreensão quanto as suas críticas ao modo como, em seu tempo, eram discutidas as questões sobre o pecado.
Na parte 3 do primeiro capítulo, o conceito de inocência, Kierkegaard enfatiza que em Adão, a inocência enquanto ignorância, inciência, ou desconhecimento entre o bem e o mal, ocorre precisamente pelo fato de que Adão está em plena harmonia com Deus. Antes da queda, “o espírito está como que dormindo”.
Kierkegaard repetidas vezes enfatiza que a inocência é ignorância. Na parte 5 do primeiro capítulo, O conceito de angústia, ele recorda que no livro do Gênesis, Deus disse a Adão: “mas não comas os frutos da árvore da ciência do bem e do mal”. Neste ponto, o psicólogo Kierkegaards traz um questionamento extraordinário sobre a capacidade de compreensão por parte de Adão, qual seja: [...] “é óbvio que Adão propriamente não entendeu essas palavras, pois como haveria de entender a distinção entre bem e mal, já que esta distinção só viria com o gozo?” E ainda:
[...] "A inocência pode, afinal de contas, falar. Por conseguinte possui na linguagem a expressão para todo o espiritual. Nessa medida, basta supor que Adão falou consigo mesmo. Então desaparece da narrativa a imperfeição de que outro fala a Adão de algo que este não entende. Não se segue, certamente, num sentido profundo que, se Adão fosse capaz de falar, seria capaz de compreender o enunciado. Isto é aplicável, antes de tudo, à distinção entre bem e mal, que está decerto na linguagem, mas é apenas para a liberdade."
Sob este aspecto percebemos que a reflexão de Kierkegaard se volta para as questões da linguagem e do conceito. Adão houve, mas não compreende pelo fato de que em estado de inocência ele ainda não possui conceitos.
Kierkegaard destaca que em Adão a angústia emerge da pura possibilidade, ou seja, há em Adão a sensação de que há algo para fazer, mas, no entanto, ele desconhece. O futuro, enquanto desconhecido, é nada, mas é precisamente o nada que faz nascer a angústia. Diferente do medo que tem relação com algo determinado, conhecido [...] “a angústia é a realidade da liberdade como possibilidade antes da possibilidade”. De modo extremamente sensível, o autor descreve toda a ambigüidade que há na angústia: “A angústia é uma antipatia simpática e uma simpatia antipática”.
Diante disso, a partir do pressuposto de que o salto é precisamente ser capaz de liberdade, Kierkefaard salienta que Adão salta da essência para a existência, do mesmo modo que da inocência para a culpa. No que se refere à existência o salto é inexplicável; contudo a nova qualidade que, segundo o autor, é a determinação qualitativa, somente é possível com o primeiro salto. Com o salto, segue a queda : pecado:
[...] "como Adão perdeu a inocência pela culpa, assim a perde todo e qualquer homem. Se não foi pela culpa que a perdeu, tampouco foi a inocência o que perdeu, e se ele não era inocente antes de se tornar culpado, então jamais se tornou culpado."
Nosso autor repetidas vezes afirma que o homem é uma síntese do psíquico e do corpóreo; entretanto [...] “uma síntese é inconcebível quando os dois termos não se põem de acordo com um terceiro. Este terceiro é o espírito”. A síntese mostra precisamente a diferença (humano/Deus); contudo, Kierkegaard enfatiza que, no indivíduo, a síntese somente é possível mediante o salto.
Nessa perspectiva, é possível perceber a crítica de Kierkegaard quando assegura que a pecaminosidade foi posta no homem. Conforme o autor, sensualidade não é pecaminosidade justamente pelo fato de que a pulsão sexual não é um mero instinto, uma vez que ela tem um telos-fim: “crescer e multiplicar”. Sob este aspecto, podemos compreender que a crítica aos pressupostos da teologia tradicional emerge do fato de que o “fruto do conhecimento” não aparece enquanto diferença absoluta e sim que a distinção entre o bem e o mal se dá pelo gozo. Nesse sentido, no instante em que o pecado é posto, a temporalidade passa a ser pecaminosidade e dessa determinação de pecaminosidade o pecado é hereditário no homem.
Em O Conceito de Angústia a crítica fundamental, que será posteriormente complementada nas Migalhas Filosóficas, ocorre pelo fato de que é com o “salto” da inocência para o “pecado” (enquanto condição de possibilidade do indivíduo tornar-se um si-mesmo), ou seja, com o salto da essência para a existência, o indivíduo é lançado para a “não-verdade”. A “não verdade” é precisamente o desespero, a má relação com o espírito, pois a perda da verdade é histórica, aconteceu no tempo (existência).
Segundo Kierkegaard, diferente dos animais, o homem está determinado como espírito. Sob este aspecto, podemos compreender que o desespero é, segundo nosso autor, carência de interioridade, ou seja, a negação do eterno no homem. Ora, se o homem é uma síntese do psíquico e do corpóreo e por sua vez a síntese somente ocorre na relação dos dois termos com um terceiro, então, segundo Kierkegaard, o desespero consiste na má relação com o espírito. Na relação dual (psíquico/corpóreo) a síntese não se efetiva e o desespero ocorre diante da incomensurabilidade entre finitude e infinitude, necessidade e possibilidade. No indivíduo, a carência de interioridade é uma manifestação do desespero, a doença mortal que caracteriza a perda da liberdade, cujo sintoma é a falta de sentido para a existência. Existência frustrada, para Kierkegaard, é desespero.
A angústia, enquanto possibilidade de liberdade, pode ser o antídoto, mas ela é também a vertigem diante do desconhecido, o futuro. É precisamente vertigem o que sentimos quando olhamos para o abismo e vemos apenas a fundura, o nada. Nessa perspectiva, percebemos que é diante do nada (desconhecido), o futuro, que a angústia se relaciona com o possível e, nesse sentido, ela está intimamente ligada ao nosso horizonte de liberdade. Escolher o “eu”, no sentido kierkegaardiano, implica um duplo movimento, ou seja, inicialmente voltar-se sobre si mesmo, pois é nesse movimento que se abre a possibilidade do indivíduo dar-se conta da própria incompletude. Neste ponto, compreendemos que é preciso inicialmente reconhecer o desespero, identificar a falta que não cessa de se inscrever e aceitá-la como parte de um processo dialético de libertação. Sob este aspecto podemos inferir que no desespero o medo da liberdade mobiliza todas as nossas resistências de viver sob a responsabilidade das próprias escolhas.
Ao afirmar que a angústia é a realidade da liberdade como possibilidade, Kierkegaard aponta para a contingência, pois sempre há a possibilidade de algo acontecer de uma maneira ou de outra. Não sabemos o que nos espera, mas é preciso escolher. Segue daí a dimensão da responsabilidade, pois a nossa falibilidade se expressa na justa proporção em que lidamos com o contingente.
Nessa perspectiva, é possível perceber a dimensão antropológica presente nesta obra. Kierkegaard demonstra que o sentido para a existência emerge de nossos próprios abismos, implica paixão, interioridade. A paixão é precisamente a fé como uma espécie de incerteza objetiva.
Neste ponto é possível pressupor que, segundo o nosso autor, a fé enquanto interioridade apaixonada pode ser o remédio capaz de combater o desespero, cujo sintoma é o tédio e a melancolia, tão presentes em nossos dias.
Assim, permito-me finalizar com as palavras de Kierkegaard quando, no final do quinto capítulo, enfatiza a relação desta obra com a idéia do juízo e da graça: “Com o auxílio da fé a angústia educa a individualidade a repousar na Providência. [...] "Por isso, quem se educa pela angústia em relação à culpa, só há que encontrar repouso na reconciliação”.

domingo, 10 de agosto de 2014

PATERNIDADE (por Dr. Gordon E. Finley , tradução e notas: Aldir Gracindo )

  Tradução original e nota : http://www.direitosdoshomens.com/paternidade/
“Amor de pai”, foto de Gail Druker Illman
Há muito tempo e muito longe daqui, o Dia dos Pais era celebrado como um dia especial para o Pai com sua refeição favorita, geralmente acompanhada pelos tradicionais presentes de camisa, gravata, cinto ou carteira. Como filho a dar estes presentes, e depois como pai ao recebê-los, eu não compreendia inteiramente o que eles realmente simbolizavam – honrar o papel central do pai como provedor da família, o membro da família que trazia para casa o pão.
Tudo isso mudou, claro, com as mudanças sociais e econômicas. Hoje o Dia dos Pais e a paternidade estão sob ataque de vários lados e com múltiplas perdas, não apenas para as crianças e para os pais, mas para a sociedade. Três deles  são: desemprego dos homens, divórcio e a criação de filhos fora do casamento.
O desemprego masculino hoje é maior que o feminino e, não por coincidência, o desenvolvimento educacional feminino é maior que o masculino. Estas duas desigualdades de gênero combinadas pressagiam uma reversão nos papeis de gênero com consequências incertas. Especificamente, por eras, os homens têm sustentado as mulheres por amor, sexo, companhia e por serem boas mães para seus filhos. Dada a atual reversão, as mulheres vão sustentar os homens por amor, sexo, companhia e por serem bons pais para seus filhos?
Segundo, embora a notável pesquisa científica social claramente indique que as crianças querem um pai em suas vidas, estas três tendências vão contra a realização dos desejos das crianças. A evidência mais forte vem dos filhos do divórcio. Muitos estudos de várias perspectivas chegam à mesma conclusão: filhos do divórcio não apenas sentem falta dos seus pais, como também querem legislação e juízes que mudem as práticas da Justiça de Família de forma que eles possam ter um envolvimento paternal amoroso e carinhoso envolvido em suas vidas.
O terceiro desafio para a paternidade é a criação de filhos fora do matrimônio. Na década de cinquenta, apenas quatro por cento das crianças nascia fora do casamento, enquanto hoje isso é aproximadamente quarenta por cento – um crescimento de mil por cento.

Para a sociedade, pesquisas confiáveis indicam que filhos de pais divorciados e solteiros tem risco muito maior de um conjunto de resultados negativos pessoais, sociais, de saúde, trabalho, bem-estar e criminais, comparados às crianças cujos pais são muito envolvidos com suas vidas. Pesquisa adicional mostra que os pais são melhores que as mães em reduzir o comportamento de risco sexual e de saúde em adolescentes e jovens adultos. A paternidade é, portanto, de grande interesse da sociedade.
Como os filhos de pais divorciados, os pais divorciados também sofrem de afastamento ou marginalização dos laços entre pais e filhos. Pais divorciados estão piores em praticamente todos os índices de bem-estar pessoal, social, profissional e de saúde. Espantosamente, pais divorciados se suicidam oito a dez vezes mais do que mães divorciadas.

Uma percepção das perdas emocionais dos relacionamentos cortados entre pais e filhos vem da música clássica “Big Yellow Cab”. Para muitas crianças e pais separados, “você não sabe o que tem até perder” é uma frase muito verdadeira no Dia dos Pais.
Para aqueles com sorte suficiente para ter um pai, passe este dia dos pais com ele. Para aqueles que perderam seu pai através do divórcio ou do sistema das Varas de Família, contate ele no espírito de sentimento e reconciliação. Para aqueles que perderam seus pais pelo distanciamento, contate-o no espírito de aceitação e compreensão das coisas do tempo dele, a época dele. Para aqueles que perderam seu pai por falecimento, considere a possibilidade de colocar uma rosa vermelha e contemplar a contribuição dele para sua vida.
A paternidade é uma instituição que não desaparecerá. O preço da paternidade, porém, como o da liberdade, é a eterna vigilância. Que sua vigilância neste Dia dos Pais fazer brilhar uma nova luz na sua relação pai e filho e revigorá-la.
 Nota:
O Dr. Gordon E. Finley é Professor Emérito da Universidade Internacional da Flórida. É Mestre e Doutor em Relações Sociais pela Universidade de Harvard e Bacharel em Sociologia e Antropologia pela Antioch College.
Pesquisador sobre paternidade; pais, filhos e divórcio; falsas denúncias de abuso no contexto do divórcio e comparações inter-culturais. Foi Editor da Revista Interamericana de Psicologia/Interamerican jornal of Psychology e do Adoption Quarterly. Também fez parte da mesa de editores do Journal of Cross-Cultural Psychology, Internacional Journal of Intercultural Relations, Behavioral and Brain Sciences, Psichology of Men and Masculinity, and Fathering. Foi professor nas Universidades de Columbia Britânica, Toronto e Califórnia em Berkeley. Atualmente leciona Psicologia da Parentalidade e Paternidade e Desenvolvimento e Crescimento de Expectativa de Vida Humana. Dá aulas em seminários sobre Relacionamentos entre Pais, Mães e Filhos, Paternidade e Divórcio. Foi co-autor ou co-editor de quatro livros/monografias e mais de cem publicações.
Este artigo do Dr. Finley é do dia dos pais de 2010 e eu o encontrei pela internet há vários meses. Percebi que ele estava em uns 3 ou 4 sites, e hoje ele estava apenas em 2, sendo que apenas em um o artigo ainda estava visível. Resolvi publicá-lo hoje mesmo no nosso idioma.   
Ao procurar a canção do “Grande Taxi Amarelo”, percebi que ela também não tinha vídeo legendado em português. Por isso, disponibilizei uma versão com legendas abaixo.
Forte abraço,
Aldir.