
Um estudo publicado na revista médica The Lancet contraria o argumento de que leis severas contra o aborto reduzem a disseminação da prática.Analisando dados de 1995 a 2008, o levantamento do instituto americano Guttmacher mostra que as mais altas taxas de abortos estão justamente em regiões com legislação restritiva.
Na América Latina, que tem relativamente o mais alto número de abortos em todo o mundo, a maioria dos países proíbe a prática, apontou o estudo, Aborto Induzido: Incidência e Tendências Globais.
Em 2008, uma média de 32 entre mil mulheres (entre 15 e 44 anos) fizeram aborto na região. No mesmo ano, a taxa da África foi de 29 mulheres.
Em contrapartida, na Europa Ocidental – onde a legislação é mais permissiva -, esse número caiu para 12.
Primeiramente devemos questionar de onde tiraram esses dados? Como conseguiram saber aproximadamente o número de abortos clandestinos feitos da América Latina e na África? Ao mesmo tempo não vejo o Estudo comentando sobre o oriente médio e Ásia.
Estranho não comentarem sobre Irã, Emirados Árabes e Arábia Saudita, países islâmicos que criminalizam o aborto de maneira ultra severa.









